Novo registro foi identificado em Fortaleza e eleva para dois o número de casos confirmados da doença no estado neste ano (Foto: Freepik)
 
O Ceará registrou o segundo caso confirmado de mpox em 2026, conforme atualização do painel de monitoramento da plataforma IntegraSUS, divulgada nesta segunda-feira (16).

Assim como o primeiro registro deste ano, o novo caso foi identificado em Fortaleza. Até o momento, outras informações sobre o paciente não foram divulgadas pelas autoridades de saúde.

📊 Situação da doença no estado
De acordo com os dados disponíveis na plataforma de monitoramento da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), o estado contabiliza atualmente 27 notificações de suspeitas de mpox.

Desse total:

  • 17 casos foram descartados após análise;
  • 2 foram confirmados;
  • 8 permanecem em investigação laboratorial.

O primeiro caso confirmado em 2026 foi registrado em fevereiro, também em Fortaleza, envolvendo um paciente na faixa etária de 30 a 39 anos.

📉 Casos registrados nos últimos anos
Nos anos anteriores, o estado também registrou ocorrências da doença:

  • 2025: 13 casos confirmados;
  • 2024: 24 casos confirmados.

As autoridades de saúde seguem monitorando a situação epidemiológica e acompanhando os casos suspeitos.

🦠 O que é a mpox
A Mpox é uma doença viral zoonótica, causada por vírus do gênero Orthopoxvirus.

A transmissão ocorre principalmente por contato próximo com lesões de pele, fluidos corporais ou objetos contaminados.

Entre os principais sintomas estão:

  • febre;
  • inchaço dos gânglios linfáticos (ínguas);
  • erupções cutâneas que podem ser dolorosas.

🛡️ Medidas de prevenção
A Secretaria da Saúde do Ceará recomenda algumas medidas para reduzir o risco de transmissão da doença:

  • evitar contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença;
  • higienizar as mãos com água e sabão ou álcool em gel;
  • utilizar máscara cobrindo nariz e boca em situações de risco ou quando houver sintomas.

A orientação das autoridades sanitárias é que qualquer pessoa com sintomas procure atendimento médico para avaliação e orientação adequada.

Por Heloísa Mendelshon

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